terça-feira, 25 de agosto de 2015

Carros antigos aumentam o risco de mortes em acidentes


Não é incomum vermos carros em más condições na cidade. Muitos, tem os pneus carecas, problemas nas setas ou faróis e freios desgastado. Esses fatores juntamente com a idade avançada de um veículo podem contribuir para o aumento do risco de morte em acidentes, uma vez que a manutenção deficiente deste veículo coloca em risco não só a vida do condutor, mas de pedestres e outros motoristas.


Para prevenir o acontecimento de acidentes é necessário cuidado e educação no trânsito aliados à manutenção preventiva e recomendações feitas pelos fabricantes, que especificam as melhores datas e prazos de quilometragem para a troca de algumas peças por exemplo.

Para veículos que não possuem manual, no caso daqueles mais antigos, é válido estabelecer um cronograma próprio de manutenção periódica.

De acordo com um relatório da Sindipeças, chamado Relatório de Frota Circulante, a idade média da frota circulante no Brasil voltou a subir, agora é de 8 anos e 8 meses, entre os automóveis, 41% tem menos de 5 anos de idade, 41% tem entre 6 e 15 anos e os 4% restantes tem mais de 20 anos.

Alguns estudos sobre acidentes incidam que o risco de morrer ou sofrer lesões mais graves aumenta de acordo com a idade do veículo, se comparado com os carros de até 4 anos, o risco de morrer checa a ser 1,6 vezes maior em automóveis que tenha de 10 a 14 anos e 2,2 vezes em autos que tem mais de 15 anos de idade. Por isso, a manutenção adequada de todos os itens de segurança e peças do carro é tão importante para assegurar o mais do que o bom funcionamento, mas também a segurança.



Fonte: Portal do Trânsito